Disfunções menstruais, TDPM e TPM
Acervo Digital | Stiper
2026 | Setembro
Conhecimento, experiência e atualização fazem parte de uma prática que está sempre evoluindo.
Todas as semanas, a Stiper seleciona conteúdos do seu Acervo Digital para compartilhar informações, aplicações práticas e novas perspectivas sobre saúde, bem-estar e possibilidades de utilização das pastilhas Stiper.
Nesta edição, trazemos novos conteúdos para ampliar conhecimentos, inspirar diferentes abordagens e mostrar como a Stiper pode ser integrada, de forma simples e complementar, tanto à prática profissional quanto aos cuidados do dia a dia.

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Disfunções menstruais, TDPM e TPM
Cólicas, alterações de humor, irritabilidade, dores, retenção de líquidos e mudanças no bem-estar físico e emocional podem tornar o período que antecede a menstruação bastante desconfortável para algumas mulheres.
Neste conteúdo, a Profª Janete Santos Moreno aborda as disfunções menstruais, TPM e TDPM sob a perspectiva das práticas integrativas, apresentando possibilidades de utilização das pastilhas Stiper dentro dos protocolos terapêuticos.
Um conteúdo especialmente rico para profissionais que trabalham com saúde da mulher e desejam incorporar à sua prática um recurso não invasivo, confortável e capaz de manter a estimulação dos pontos selecionados entre os atendimentos.
Reflexão clínica
Embora muitas vezes sejam tratados como parte inevitável do ciclo menstrual, os sintomas pré-menstruais apresentam grande variação entre as mulheres.
Enquanto algumas apresentam manifestações discretas, outras podem experimentar sintomas físicos e emocionais capazes de interferir significativamente no trabalho, nos relacionamentos e na qualidade de vida.
Isso torna a individualização da abordagem particularmente importante.
Para o profissional que utiliza acupuntura e outras práticas integrativas, as pastilhas Stiper permitem trabalhar os pontos escolhidos sem depender exclusivamente do período da sessão.
Uma vez selecionados os pontos de acordo com o raciocínio terapêutico, a Stiper pode ser aplicada para proporcionar estímulo contínuo, agregando uma ferramenta complementar ao protocolo já utilizado pelo profissional.
Existe uma diferença importante entre os desconfortos da TPM e quadros mais intensos, como o Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM). Quando os sintomas emocionais ou físicos comprometem significativamente a rotina da paciente, a avaliação médica é importante e as práticas integrativas devem atuar de maneira complementar.
“Cada mulher vive seu ciclo de maneira única — e o cuidado também deve ser individualizado.”
Este tema mostra muito bem uma das características que queremos comunicar semanalmente sobre a Stiper:
ela não exige que o profissional abandone a técnica que já utiliza.
O profissional pode realizar seu atendimento normalmente e, ao final, utilizar as pastilhas Stiper nos pontos que deseja continuar estimulando, acrescentando ao protocolo uma ferramenta não invasiva e de permanência prolongada.
Isso ajuda a transformar a Stiper em parte da rotina clínica — não apenas como alternativa à agulha, mas como complemento ao trabalho realizado durante a sessão.
As pastilhas Stiper são utilizadas há mais de 20 anos por profissionais da saúde como recurso complementar em diferentes abordagens terapêuticas. Sua aplicação simples, não invasiva e de estímulo contínuo permite ampliar as possibilidades terapêuticas e integrar o cuidado ao cotidiano do paciente, mesmo entre as sessões de atendimento.







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